Inverno: baixas temperaturas mudam hábitos de alimentação

Publiucado por Stevan Arruda

frio já chegou aqui no Paraná e, com ele, vem aquela vontade de comer comidas quentinhas 

Além das adaptações no vestuário, o corpo também pede novos hábitos na alimentação, com alimentos que garantem mais saciedade entrando no cardápio | Créditos: Divulgação

A chegada do inverno traz também algumas mudanças na rotina de quem terá que encarar as baixas temperaturas. Além das adaptações no vestuário, o corpo também pede novos hábitos na alimentação, com alimentos que garantem mais saciedade entrando no cardápio. Um desses exemplos é a carne suína e os dados mostram o aumento desse consumo: de acordo com o IBGE, no inverno de 2019, foi registrado o segundo maior volume de produção no setor, perdendo somente para os meses de Natal e Ano Novo.

Na indústria, a chegada das baixas temperaturas reflete diretamente na produção.  “No planejamento anual, já nos preparamos para suprir a demanda das vendas nas épocas mais frias. A variedade de cortes que a carne suína oferece é outro ponto de destaque que tem favorecido o crescimento do consumo, além dos derivados, como salames e copa”, explica Geraldo Antonio Signorini, gerente comercial da Alegra, indústria de alimentos de origem suína.

A busca por alimentos quentes e também mais calóricos se dá pela demanda do corpo por energia para manter o aquecimento. Porém, o fato de terem mais calorias não impede que sejam saudáveis e benéficos para o organismo. De acordo com a nutricionista e professora da Universidade Positivo, Mariana Etchepare, a carne suína é um exemplo de alimento calórico, mas com diversos pontos positivos. “Essa carne possui reconhecido valor nutricional, sendo, por isso, uma das carnes mais consumidas no mundo. Ela é uma excelente fonte de proteína, ferro, potássio e vitaminas do complexo B, além da gordura suína ser considerada uma fonte nutricional rica em energia”, explica. 

A variedade de cortes que a carne suína oferece é outro ponto de destaque que tem favorecido o crescimento do consumo | Créditos: Divulgação

Além das vantagens para o corpo, os pratos com carne suína também são um atrativo para o bolso dos consumidores. “Além do seu perfil nutricional, temos também a questão econômica. É uma carne com o preço mais acessível, quando comparada à bovina”, conta Mariana. E, com cada vez mais informações corretas sobre o produto e seus benefícios, os alimentos derivados da carne suína têm ganhado espaço na mesa dos brasileiros.

Outros itens para incluir na elaboração de refeições no inverno são as sopas – que além de aquecer, trazem muitas vitaminas, minerais e energia -, os chás e as frutas típicas da estação mais fria, como abacaxi, melão, morango e caju, todas ricas em vitamina C, nutriente muito importante para o sistema imunológico.

Sobre a Alegra

A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.

Redação Agora Londrina com Assessoria

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